sexta-feira, 6 de junho de 2008

Outra cidade

FOLHA DE S.PAULO
21/05/2007


http://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/colunas/gd210507.htm

Não se estão construindo no Brasil outras cidades, mas está surgindo, em especial, um outro olhar

Um grupo de 30 alunos da pós-graduação da Fundação Vanzolini, ligada à Politécnica da USP, criou um programa de internet para ensinar aos alunos e professores como tirar proveito de sua vizinhança. Digita-se, por exemplo, a palavra "skate" e fica-se sabendo como encontrar, nas redondezas, aulas desse esporte. Escrevendo o termo "drogas", surgirão, na tela, os nomes dos médicos e dos psicólogos mais próximos dispostos a ajudar as vítimas da dependência.

Simplificando, é uma espécie de "Google" focado no bairro para transformá-lo num amontoado de trilhas educativas, que vão de ações de planejamento familiar de um centro de saúde a concertos gratuitos de uma orquestra sinfônica, passando por conferências em uma universidade. A chave do programa é capacitar a comunidade para montar seu próprio banco de dados; a iniciativa vale por um curso popular de georreferenciamento.

Finalizado há menos de um mês, o buscador de bairro surgiu como um trabalho de conclusão de curso, desses que, na maioria das vezes, acabam esquecidos. Daí a surpresa para os universitários quando o Ministério da Educação, ao tomar conhecimento da invenção, decidiu então disseminá-la em todo o país para realizar a formação de professores e diretores, ajudando-os a criar comunidades de aprendizagem em torno de suas escolas.

O que interessa aqui não é a educação nem a informática, mas a dica por trás da rápida aceitação desse mecanismo de busca: isso tem muito mais a ver com política do que com tecnologia.
Está crescendo a percepção de que boa parte da solução dos problemas sociais brasileiros depende da inventividade local, numa inversão da lógica brasileira tradicional de valorização do poder central.

Um indicador interessante dessa tendência foi exibido, na manhã de terça-feira passada, no lançamento do movimento "Nossa São Paulo: Outra Cidade". Estavam ali, entre outros, líderes do movimento dos sem-teto, dirigentes de associações de carroceiros, educadores da periferia, atletas, diretores de banco e empresários que integram a lista dos bilionários brasileiros.

O encontro visava apoiar a idéia de uma mobilização apartidária com o objetivo de melhorar a qualidade de vida na cidade, com metas de longo prazo a serem fiscalizadas. A motivação dessa agenda são os exemplos bem-sucedidos de Bogotá, Barcelona e Nova York.

Nunca se viu nada parecido no país em termos de mobilização municipal. Interessante é notar que quase todos os coordenadores do movimento têm um histórico de militância em causas nacionais e até internacionais. Revela-se, dessa forma, a crença de que as cidades devem ser o primeiro espaço das articulações políticas.
No dia anterior ao anúncio do "Nossa São Paulo; Outra Cidade", os ministros do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, e da Educação, Fernando Haddad, eram levados a conhecer uma experiência de integração de políticas públicas num bairro (Miguel Couto, em Nova Iguaçu).

Queriam entender como se consegue oferecer educação em tempo integral, com direito a almoço, por R$ 30 a mais por aluno - é exatamente o que acontece num bairro periférico de Belo Horizonte.

Há um imenso futuro para as gestões locais pelo simples motivo de que economizam dinheiro e aumentam a eficiência. Basta ver os chamados arranjos produtivos locais -uma cidade aglutina empresas, centros tecnológicos e universidades para desenvolver uma determinada vocação. Foi assim que uma zona deteriorada de Recife se transformou num pólo tecnológico, exportando programas de informática para todo o mundo. E a bucólica Santa Rita do Sapucaí, em Minas, onde nasceu a urna eletrônica, virou um centro de excelência em telecomunicações. São José dos Campos é nosso melhor caso de arranjo produtivo em torno da indústria aeronáutica, estimulada pela formação de engenheiros no ITA.
Segundo essa lógica, vamos prestar atenção cada vez menos a Brasília e cada vez mais a soluções como o pedágio urbano de Londres, a ofensiva de Nova York para liderar a redução da emissão de gás carbônico, os projetos de Paris para tirar os carros da rua, os modelos de segurança em Bogotá. Também vamos tentar entender melhor como a minúscula e pobre cidade de Barra do Chapéu é campeã do indicador do Ministério da Educação, como uma cidade rural da Índia (Udaipur) combateu o absenteísmo de professores distribuindo uma máquina fotográfica aos alunos ou como o índice de violência despencou no Morro do Cavalão, em Niterói.

Teremos de analisar o que acontece quando um grupo publicitário (YPY) decide fazer de uma escola pública da periferia paulista (Francisco Brasiliense Fusco) um modelo de gestão. Já há bons resultados em experiências de educação pública da Nokia, em Manaus, e da Embraer, em São José dos Campos, assim como das escolas de ensino médio, apoiadas por empresários, no Estado de Pernambuco.
É por isso que um programa, inventado por um grupo de estudantes da Fundação Vanzolini, mal saiu do laboratório e já começa a ser aplicado. Não se estão construindo no Brasil outras cidades, mas está surgindo, em especial, outro olhar -e a rapidez de nosso desenvolvimento social está atrelada à eficiência ou não desse tipo de ação local.

PS - Fiz um relato de todas as experiências citadas nesta coluna para que se veja a relação custo-benefício da engenhosidade local.

Coluna originalmente publicada na Folha de S.Paulo, editoria Cotidiano.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Seminário de Economia Criativa: Futuro e Oportunidades - Senac São Paulo

Com o foco nas oportunidades que a Economia Criativa oferece, o seminário, fruto da minha curadoria em parceria com o Senac, conta com convidados ilustres como: Maria Helena Estrada, Helena Sampaio, Ana Tomé, Benjamim Taubkin, Oona Castro e Sérgio Xavier.

Destinado a todas as pessoas das áreas relacionadas à Economia Criativa : Moda, Design, Fotografia, Gastronomia, Meio Ambiente, Educação, Saúde, Desenvolvimento Social, Tecnologia da Informação, entre outras, o seminário será realizado no dia 11 de junho no Senac Consolação (R. Dr Vila Nova, 228).

Inscrições pelo email: lapascipiao@sp.senac.br, ou no Tel.: (11) 3475-2200. Corram pois as vagas são limitadas.

Para programação completa acesse aqui

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Máquina do sonho

Ao acordar, suspeitou que a idéia de vender CDs numa máquina talvez não fosse uma maluquice onírica

Lançada neste mês, uma máquina de venda de CDs com baixo custo para dar mais dinheiro ao músico e combater a pirataria nasceu de um sonho -literalmente.

Autor de composições cantadas por Ivete Sangalo, Lenine e Daniela Mercury, o violonista e percussionista Fefê Gurman finalizava, no ano passado, gravações de suas próprias músicas, mas o meio de distribuir o CD o angustiava. "Sonhei que meus CDs estavam dentro de uma dessas máquinas automáticas de vender salgadinhos e refrigerantes."

Ao acordar, suspeitou que talvez a idéia não fosse uma maluquice onírica e contou o sonho a alguns de seus colegas da Eletrocooperativa, uma entidade que dá cursos gratuitos de produção musical para jovens -o programa nasceu em Salvador, mas agora tem um núcleo em São Paulo. "Ninguém achou que a máquina fosse inviável."

O CD sai por R$ 5, devidamente explicados na fachada da máquina: custo de fabricação (R$ 1,50), valor do imposto (R$ 0,50) e pagamento do artista (R$ 1,50) são alguns dos itens. "O artista ganha 30% mais do que ganharia numa gravadora", afirma Turcheto, inspirado na filosofia do comércio justo.

A máquina atraiu músicos como Arnaldo Antunes e teve seu primeiro teste há duas semanas num show ao ar livre. Foram vendidos 200 CDs em dois dias. O trabalho agora é, de um lado, arregimentar mais grupos dispostos a vender suas músicas pelo sistema criado pela Eletrocooperativa e, de outro, espalhar as máquinas pelas cidades. Para facilitar essa disseminação, não patentearam a invenção.

"Em cinco minutos de conversa, desistimos de patentear. Queremos que as pessoas possam nos copiar", orgulha-se Fefê. Essa é a única "pirataria" da qual se sentem beneficiados.

O sonho agora (desta vez acordado) é que eles consigam fechar um acordo com o Metrô e colocar uma máquina em cada estação.

Coluna originalmente publicada na Folha de S.Paulo, editoria Cotidiano.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/colunas/gd230408.htm

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Creative Economy Report

A UNCTAD acaba de divulgar o primeiro Multi-Agências das Nações Unidas sobre Economia Criativa.
Para conferir entre no site:
http://www.unctad.org/Templates/Page.asp?intItemID=4504&lang=1


terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Ronaldo Lemos e Google

Apresentação de Ronaldo Lemos - Centro de Tecnologia e Sociedade - FGV/RJ, para Google
http://www.youtube.com/watch?v=61pK9cgDOVY

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Lala Deheinzelin fala sobre Economia Criativa

Lala Deheinzelin, que é a primeira “Embaixatriz do Culturartes” (veja perfil ao lado do Portal no módulo Culturartes/Embaixador Culturartes) e também participará do Seminário Internacional de Economia Criativa, dias 10 e 11 de dezembro, no Centro de Convenções de Vitória, conversou com a Equipe Culturartes sobre o tema do Seminário e outras coisas mais. Confira.



CULTURARTES ­- Falar de Cultura e de que se é da área de Cultura tornou-se mais fácil no Brasil?

Lala - É mais fácil dizer que é da Economia Criativa do que da área da cultura. Porque todo mundo segue achando que cultura é coisa de maluquice. O nome Economia Criativa é muito interessante porque ele convida mais pessoas a participar do processo e deixa clara a transversalidade desse processo que está ligado a tudo que tem a ver com o cultural e o humano, por exemplo: Tem a ver com o direito, o comércio exterior, economia, turismo, publicidade, todas essas coisas, não é restrita aos artistas. Quando você fala em cultura as pessoas tendem a ouvir arte. Elas lembram de balé, música, teatro e não pensam em gastronomia, artesanato, parques temáticos ou em carnaval. O tema é muito amplo e ainda vai levar um tempo até mudarem essa imagem. Por isso, Economia Criativa é interessante, porque ela deixa claro que não se trata apenas do aspecto simbólico e se você pensa na cultura como uma função, ela fica ainda mais interessante, pois no meu entender, nada tem um potencial mais transformador do que a cultura tem. Você só consegue grandes transformações através da cultura.

CULTURARTES ­- Defina Economia Criativa.

Lala - Economia Criativa não é a invenção de nada novo, mas é colocar embaixo de um mesmo guarda-chuva todos os setores que trabalham com cultura e criatividade como matéria-prima. E a razão de juntar tudo isso é que uma vez constituídos como setor você consegue formar políticas públicas e ambientes adequados, como também fortalecer o setor. A Economia Criativa tem quatro áreas principais: um núcleo que vem das artes (teatro, música, artes visuais, artes plásticas, etc.); outro ligado à indústria de conteúdo (rádio, televisão, jornais, sites, etc.); tem um núcleo ligado ao serviço criativo (publicidade, design, moda, arquitetura, e outros); e tem um que abrange uma coisa enorme que é o entretenimento, lazer e a questão pública, onde entra toda a cultura popular, as festas de rua, as festas tradicionais, o artesanato e todas as manifestações que acontecem em espaços públicos. E nessa última parte tem uma grande diferença entre a gente e o hemisfério norte, porque isso lá não é tão forte. Eles tem uma indústria muito forte e uma atividade de cultura popular, de rua, que não é. E aqui no Brasil a cultura popular é forte.

CULTURARTES ­- O Pontão Culturartes, entre outras metas, busca a integração e articulação entre os setores da Cultura, do Turismo e do Terceiro Setor. Você acredita que ele possa contribuir com o desenvolvimento sustentável e humano proposto pela Economia Criativa?

Lala - Genial e importantíssimo. Com certeza. Tudo que está ligado a lazer e a tempo livre é o que mais tende a crescer. Eu acho que não existe turismo que não seja criativo. Porque turismo é a economia da experiência, porque é uma economia que é movida por aquilo que você vive e tem um caráter cultural. Você vai a algum lugar e tem um tipo de vivência e essa vivência depende da cultura do lugar que você está. E o turismo tende a ser ainda mais cultural, porque existe todo um campo novo que é muito divertido que é o turismo criativo, onde você não é passivo, mas ativo. Você pode viajar e aprender a fazer o artesanato do lugar. Pode ir à Bahia e aprender a convivência dos terreiros de candomblé. Você pode vir ao Espírito Santo e aprender como é a Cultura Pomerana. As pessoas querem cada vez mais isto: viver a cultura do lugar. Em relação ao Terceiro Setor é de onde surgem as experiências mais interessantes, tanto em termos de linguagem quanto em de forma de gestão inovadora. Os exemplos que estamos trazendo para o Seminário Internacional de Economia Criativa são os Doutores da Alegria, da Festa Literária de Parati, tudo vem daí, interface entre Terceiro Setor e criatividade. E o que gera daí é genial e também o que distingue o Brasil de outros lugares. O Reino Unido é que tem as experiências mais pioneiras em Indústria Criativa, mas em Economia Criativa para o desenvolvimento - que e é isso que está mais focado nessas coisas que tem interface com a Economia Solidária, que são originárias do Terceiro Setor, mesmo que sejam pequenas empresas, mas que tenham um caráter de inovação - o Brasil que é a liderança. Outros países não têm a mesma diversidade de experiências interessantes que nós temos.

CULTURARTES ­- Como você vê a participação dos governos municipais, estaduais e federal na discussão sobre Economia Criativa?

Lala - Esse é o nosso grande problema. A Economia Criativa tem um poder de transformação sem igual. Só que para dar certo tem que ter uma forma integrada entre iniciativa privada, setor público e os empreendedores criativos. O setor público em todas as esferas sofre de uma total falta de credibilidade, mas não sem motivos, porque como não existe a política de Estado, apenas a de governo, fica tudo ao sabor de quem está ali no momento. As coisas só começam e não continuam. As pessoas não podem ocupar os cargos sem conhecer o ofício. O setor público teria que funcionar com planos diretores que são soberanos, com pessoas com competência técnica e tenham uma forma de gestão democrática. Nós temos que brigar por isso, porque enquanto isso não mudar, não tem como, fica tudo impossível.

CULTURARTES ­- Como você analisa o Espírito Santo nesse contexto?

Lala - Oportunidades inigualáveis. Porque o Espírito Santo tem uma diversidade cultural e natural incríveis. Um tamanho manejável, um Estado rico, culto, com 78 municípios de fácil acesso e comunicação boa, então ele tem condições muito propícias. O que precisa é uma articulação entre os três setores.

CULTURARTES ­- Quais seriam os passos para fortalecer essa “Economia do Intangível”?

Lala - A primeira coisa é reconhecer o quanto o intangível é importante. Então precisa ter um trabalho com as próprias pessoas da área criativa que não conhecem o poder da área. Depois as lideranças empresariais e governamentais sobre o papel da cultura e da criatividade para saberem do que estamos falando. Isso é preparar terreno e tem que ser difundido. O próximo passo é desenvolver novos mecanismos de mensuração que sirvam de impacto, porque a nossa única medida é o econômico. Mas só que tudo que tem a ver com o intangível e o cultural é muito dimensional. Você tem a dimensão econômica, a social, a ambiental e a simbólica, mas só medimos a econômica. É como se medíssemos litro com régua, nunca vamos ter o tamanho real. Os economistas deviam criar meios para medir o intangível. E como o medimos? Por exemplo, não vendo o tamanho, mas o impacto dele. Para trabalhar a Economia Criativa é preciso sempre pensar nessas quatro dimensões.

CULTURARTES ­- Como você vê o Plano Nacional de Cultura.

Lala - Fundamental para que tenhamos política de Estado e não de governo. Em teoria é genial, essa coisa de fazer conferências municipais, estaduais, para fazer a grande conferência, desenhar o plano nacional, é tudo ótimo. A questão é a concretização disso. Do ponto de vista conceitual o trabalho do Ministério da Cultura é maravilhoso. O programa Cultura Viva é genial, o grande problema do ministério é operacional. O conceito é maior do que a máquina.

Fonte: http://www.pontaoculturartes.com.br/index?area=entrevista&ver=8

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Fórum Internacional de Economia Criativa - São Paulo

A Secretaria de Estado da Cultura e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento, em parceria com a Unidade Especial de Cooperação Sul-Sul das Nações Unidas e o Comitê de Desenvolvimento do Município de São Paulo dão-lhe as boas-vindas a esta casa virtual do Fórum Internacional de Economia Criativa. Este evento pioneiro será realizado de 04 a 06 de dezembro de 2007, no Auditório da FIESP (Av. Paulista, 1313, 15o. andar), abordando três eixos temáticos fundamentais para o debate da economia criativa como promotora de desenvolvimento: cidades e espaços criativos; financiamento de empreendimentos criativos; experiências setoriais bem-sucedidas em diversos continentes.

Estarão conosco 20 palestrantes de 11 países, dentre os mais gabaritados conhecedores e praticantes da economia criativa no mundo. Para se inscrever, basta acessar o link www.livrariacultura.com.br/economiacriativa e doar no mínimo R$30 em livros para bibliotecas públicas do Estado de São Paulo. Você escolhe os livros e a quais municípios quer doá-los, seleciona os dias em que poderá participar do Fórum e seu nome ficará automaticamente cadastrado como participante.

Caso você não consiga comparecer pessoalmente ou as vagas já estejam esgotadas, não se preocupe. Dada a importância de acesso ao conteúdo que abordaremos aqui, todas as palestras serão transmitidas gratuitamente em tempo real por este site, bem como pelo de três de nossos atuantes apoiadores: www.itaucultural.org.br, www.fiesp.com.br e www.al.sp.gov.br, sem que haja necessidade de inscrição. A par com a criatividade digital, teremos também a transmissão no Centro Cultural Bradesco, no Second Life.

Além da programação do Fórum, você encontrará neste site uma seleção de documentos, vídeos e links relevantes acerca da economia criativa no Brasil e no mundo, bem como materiais específicos para a imprensa. Uma vez terminado o Fórum, os vídeos e apresentações das palestras também estarão à sua disposição aqui. No dia 03/12 este site transmitirá as palestras de um importante parceiro do Fórum Internacional de Economia Criativa, o Workshop Brasil-Reino Unido em Inovação, Investimento em Pesquisa e Economia Criativa (www.anodaciencia.com.br). Não deixe de participar desta que será uma das mais criativas semanas do ano.

Bom proveito!

http://www.economiacriativa.sp.gov.br